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5 Coisas que “Era uma vez” me ensinou sobre viajar

Todos nós crescemos a ouvir contos tradicionais, como O Capuchinho Vermelho, A Bela Adormecida ou A Branca de neve. Se nenhum outro motivo existisse, essa razão apenas contribuiria para tornar esta nova série um grande sucesso com pessoas de todas as idades. Afinal, antes de começarmos a viajar pelas estradas de Portugal ou pelos céus do mundo, já tínhamos aprendido a viajar através das histórias dos nossos pais e avós. Heis o que a série Era uma vez me ensinou sobre viajar.

Nunca diga o seu nome ao Rumpelstiltskin – A sua identidade é uma mais-valia. Ao planear uma viagem, certifique-se de que copia todos os documentos (passaporte, bilhete de identidade, cartão de crédito) e os guarda num local seguro. Pode fazer uma cópia física – que ainda é o mais comum – ou pode digitalizar os documentos e enviá-los para o seu e-mail. Dessa formar, tê-los-á sempre disponíveis, esteja onde estiver.

Não coma a maçã envenenada – Um dos principais motivos pelos quais as pessoas viajam é para conhecer novos lugares e descobrir novas culturas. A gastronomia de uma região é parte integral dessa experiência. Contudo, às vezes é preciso não ter mais olhos do que barriga. Não se aventure muito a preciso, dê tempo ao seu corpo para se ambientar. E pelo sim pelo não, leve consigo medicamentos para o estômago – certifique-se apenas de que são permitidos no país para onde vai.

 

Não conduza o carocha amarelo – Emma Swan seria muito mais discreta se conduzisse um carro menos… amarelo. Quando menos chamar a atenção para o facto de que é um turista, melhor, visto ser esse o grupo em que carteiristas se tendem a focar. Se alugar um carro em Malaga, Portimão ou qualquer outro destino turístico, tente não escolher um veículo muito vistoso. Pode também inquirir no posto de aluguer se é possível remover os autocolantes que identificam o carro como sendo de aluguer.

Não confie na Capuchinho Vermelho – Viajar é uma forma fantástica de conhecer novas pessoas, bem como de criar amizades que podem permanecer para toda a vida. Contudo é importante ser cauteloso, e não esquecer que desconhecidos – mesmo desconhecidos divertidos, amistosos e que nos põem à vontade – são isso mesmo: desconhecidos. Não seja antipático, mas mantenha-se em segurança. Quando estamos em ambientes desconhecidos, a segurança deve sempre vir em primeiro lugar.

Não chateie a Rainha Má – Diferentes países têm leis diferentes, bem como normas culturais distintas, e quem viaja deve sempre tentar comportar-se de forma a não entrar em conflito com a população ou autoridades locais. Deve sempre tentar mostrar respeito pelos locais e pelos seus costumes, vestir-se de forma adequada ao local em que se encontra e pesquisar se a legislação local difere de forma significativa daquela no nosso país.

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